Relatos da última ausência - parte I
Bom, fiquei muito tempo sem postar aqui.
Tive vários motivos, desde pessoais a coletivos e técnicos. Mas o que mais pesou foi que tive recomendações para que não tivesse interferências em algumas tarefas, o sigilo até que estas terminassem seria muito recomendado. E assim o fiz.
Não é bom falar muito dos casos de desobsessão que transcorrem nas reuniões, até que já tenha passado um certo tempo. isto é porque quando pensamos, imaginamos, lembramos de algo, acabamos vibrando naquilo que está em nossa mente e esta vibração é um código igual ao de um controle remoto, sintonizando tudo que está à nossa volta com aquilo que foi pensado.
Isto não quer dizer que se você ler um relato de uma desobsessão aqui, que o leitor ficará obsediado ou atrairá algo. NADA A VER. O que ocorre é comigo mesmo, por ser um dos médiuns a trabalhar no caso, é obrigatório e disciplinar a todos médiuns manterem sigilo e não pensarem naquilo até que a poeira se assente. É neste caso que nós médiuns podemos acabar sintonizando algo que não deve ou que ainda ficou pendente e estando fora da reunião, propriamente organizada para isto, podemos sofrer alguns desconfortos e situações muito desagradáveis. Isto ocorreria porque ao médium escrever o relato, acabar por repassar por lembranças e emoções muito recentes, podendo reunir vibrações ao qual ele teve contato.
Mas o que posso relatar aqui é que vi muitos casos de perseguição. E assim pode debater e chegar a uma conclusão:
Deus criou tudo perfeito e bom... com amor, sendo o homem e seu egoísmo criadores de tudo que é mal... com ódio.
Foi impressionante um esclarecimento dado pelas entidades em uma reunião, acerca das obsessões. Os obsessores ficam tão fechados no desejo de vingança, que eles passam a eternidade buscando sua vítima, rondando em todos os cantos, cidades espirituais, umbrais até vir para a terra e rondar atrás da pessoa que pode estar possivelmente encarnada. Enquanto nós temos um espaço e tempo delimitados, eles por serem espíritos não tem limites, o que é angustiante saber que te caçam dia e noite incessantemente.
A única forma de cessar a obssessão é com a doutrinação, onde é tentado fazer com que o espírito vingativo enxergue a realidade de sua situação, preso na eternidade, mendigando sobras de energias (ou vampirizando em casos piores) pelos mundos, parado, estagnado e sofrendo muito. O próximo passo é o perdão. Tentar fazer com que ambas partes se perdoem quando estas são desafetos e o arrependimento à queles contratados para prejudicar.
Estes contratados para prejudicar são espíritos imperfeitos que agem em troco de energias, cumprindo tarefas de superiores na hierarquia dos grupamentos do mal.
Gosto de ressaltar que falo de Bem e Mal aqui de forma a popularizar o que está escrito, pois em verdade tratamos todos os espíritos como irmãos e vemos estes como irmãos, sendo justo aos obsessores como pobres infelizes que se fecharam tanto ao seu personalismo, que acabaram ficando escravos de sua própria dureza e embrutecimento de mentalidade e sentimentos. São profundamente carentes de amor, calor e apoio para se libertarem de idéias que os prendem na erraticidade.
Tive vários motivos, desde pessoais a coletivos e técnicos. Mas o que mais pesou foi que tive recomendações para que não tivesse interferências em algumas tarefas, o sigilo até que estas terminassem seria muito recomendado. E assim o fiz.
Não é bom falar muito dos casos de desobsessão que transcorrem nas reuniões, até que já tenha passado um certo tempo. isto é porque quando pensamos, imaginamos, lembramos de algo, acabamos vibrando naquilo que está em nossa mente e esta vibração é um código igual ao de um controle remoto, sintonizando tudo que está à nossa volta com aquilo que foi pensado.
Isto não quer dizer que se você ler um relato de uma desobsessão aqui, que o leitor ficará obsediado ou atrairá algo. NADA A VER. O que ocorre é comigo mesmo, por ser um dos médiuns a trabalhar no caso, é obrigatório e disciplinar a todos médiuns manterem sigilo e não pensarem naquilo até que a poeira se assente. É neste caso que nós médiuns podemos acabar sintonizando algo que não deve ou que ainda ficou pendente e estando fora da reunião, propriamente organizada para isto, podemos sofrer alguns desconfortos e situações muito desagradáveis. Isto ocorreria porque ao médium escrever o relato, acabar por repassar por lembranças e emoções muito recentes, podendo reunir vibrações ao qual ele teve contato.
Mas o que posso relatar aqui é que vi muitos casos de perseguição. E assim pode debater e chegar a uma conclusão:
Deus criou tudo perfeito e bom... com amor, sendo o homem e seu egoísmo criadores de tudo que é mal... com ódio.
Foi impressionante um esclarecimento dado pelas entidades em uma reunião, acerca das obsessões. Os obsessores ficam tão fechados no desejo de vingança, que eles passam a eternidade buscando sua vítima, rondando em todos os cantos, cidades espirituais, umbrais até vir para a terra e rondar atrás da pessoa que pode estar possivelmente encarnada. Enquanto nós temos um espaço e tempo delimitados, eles por serem espíritos não tem limites, o que é angustiante saber que te caçam dia e noite incessantemente.
A única forma de cessar a obssessão é com a doutrinação, onde é tentado fazer com que o espírito vingativo enxergue a realidade de sua situação, preso na eternidade, mendigando sobras de energias (ou vampirizando em casos piores) pelos mundos, parado, estagnado e sofrendo muito. O próximo passo é o perdão. Tentar fazer com que ambas partes se perdoem quando estas são desafetos e o arrependimento à queles contratados para prejudicar.
Estes contratados para prejudicar são espíritos imperfeitos que agem em troco de energias, cumprindo tarefas de superiores na hierarquia dos grupamentos do mal.
Gosto de ressaltar que falo de Bem e Mal aqui de forma a popularizar o que está escrito, pois em verdade tratamos todos os espíritos como irmãos e vemos estes como irmãos, sendo justo aos obsessores como pobres infelizes que se fecharam tanto ao seu personalismo, que acabaram ficando escravos de sua própria dureza e embrutecimento de mentalidade e sentimentos. São profundamente carentes de amor, calor e apoio para se libertarem de idéias que os prendem na erraticidade.
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