Explanação da Psicografia IV
Esta psicografia foi recebida de madrugada. Tinha dormido e por volta das 2 horas eu acordei com sede, fui beber água e vi que tinha largado meu computador desktop ligado. Sentei na cadeira e fui fechando tudo que estava aberto quando senti um leve peso na testa e um arrepio no antebraço esquerdo.
Veio a ânsia na mente -"papel e caneta!"
Como já de praxe, me pus em vigília, abri o bloco de notas e com mãos à postos no teclado recebi esta mensagem.
Foi a primeira psicografia depois da minha preparação mediúnica no centro espírita. Senti que decorreu de forma mais disciplinada.
Ela veio oportunamente me esclarecer certas coisas relacionadas aos negócios que conquistei. Esbarrei numa etapa agora que envolve política e com este cenário do Brasil, estava muito receoso, com certo medo de cair em alguma armadilha que me colocasse a favor da corrupção. Eis que sabiamente a mensagem tirou exatamente aquela dúvida que tinha sobre quais decisões tomar para atingir o ponto de equilíbrio: fechar negócios e manter a integridade. Sendo médium, nossa autocobrança é muito forte, pois respondemos de imediato pelos nosso atos. Quando a situação é crítica, não é raro nossos mentores danarem a nos cutucarem para tomar cuidado.
Como critério, tendo eu a recebido dia 4, encaminhei a alguns médiuns amigos para certificarem sua procedência, inclusive a levando na reunião para na mesa todos os mais experientes poderem passar no crivo intuitivo e mediúnico se era factível ou embuste.
Estava vergonhoso, tímido, dava vontade de tomar das mãos da vice coordenadora a mensagem, apo´s ela ter anunciado que leria a mensagem em voz alta para toda a casa (mesa e platéia). QUE ADRENALINA! Confesso que transpirava de receio pela responsabilidade, pois até então achava que não tinham analisado a mensagem, pois foi a passei para o coordenador que leu e mandou a vice ler a todos na abertura dos estudos da reunião.
Após terem lido, elogiaram e agradeceram ao espírito que a transmitiu a mim. Foi então que tive outra surpresa.
Não só tinha sido um espírito de luz mesmo, o autor da mensagem, como ele era de um grupo do oriente, dos Ramatís, de elevadíssimo grau evolutivo e detentor de vasto conhecimento nas ciências da matéria e do espírito.
Me emocionei, confesso pois me senti muito miúdo perto de tamanha responsabilidade, por ter sido escolhido por um ser de tamanha luz a me devotar a tarefa de transcrever sua mensagem (psicografar).
Agradeci muito a Deus e a Jesus por ter sido escolhido por tal incumbência e pedi auxílio para que me iluminassem e aos meus protetores para vigiar minha conduta para que, tal fato não me envaidecesse e nem me levasse à idolatria, estas perniciosas atitudes que denigrem qualquer médium, como bem estudado e citado em várias obras espíritas.
Veio a ânsia na mente -"papel e caneta!"
Como já de praxe, me pus em vigília, abri o bloco de notas e com mãos à postos no teclado recebi esta mensagem.
Foi a primeira psicografia depois da minha preparação mediúnica no centro espírita. Senti que decorreu de forma mais disciplinada.
Ela veio oportunamente me esclarecer certas coisas relacionadas aos negócios que conquistei. Esbarrei numa etapa agora que envolve política e com este cenário do Brasil, estava muito receoso, com certo medo de cair em alguma armadilha que me colocasse a favor da corrupção. Eis que sabiamente a mensagem tirou exatamente aquela dúvida que tinha sobre quais decisões tomar para atingir o ponto de equilíbrio: fechar negócios e manter a integridade. Sendo médium, nossa autocobrança é muito forte, pois respondemos de imediato pelos nosso atos. Quando a situação é crítica, não é raro nossos mentores danarem a nos cutucarem para tomar cuidado.
Como critério, tendo eu a recebido dia 4, encaminhei a alguns médiuns amigos para certificarem sua procedência, inclusive a levando na reunião para na mesa todos os mais experientes poderem passar no crivo intuitivo e mediúnico se era factível ou embuste.
Estava vergonhoso, tímido, dava vontade de tomar das mãos da vice coordenadora a mensagem, apo´s ela ter anunciado que leria a mensagem em voz alta para toda a casa (mesa e platéia). QUE ADRENALINA! Confesso que transpirava de receio pela responsabilidade, pois até então achava que não tinham analisado a mensagem, pois foi a passei para o coordenador que leu e mandou a vice ler a todos na abertura dos estudos da reunião.
Após terem lido, elogiaram e agradeceram ao espírito que a transmitiu a mim. Foi então que tive outra surpresa.
Não só tinha sido um espírito de luz mesmo, o autor da mensagem, como ele era de um grupo do oriente, dos Ramatís, de elevadíssimo grau evolutivo e detentor de vasto conhecimento nas ciências da matéria e do espírito.
Me emocionei, confesso pois me senti muito miúdo perto de tamanha responsabilidade, por ter sido escolhido por um ser de tamanha luz a me devotar a tarefa de transcrever sua mensagem (psicografar).
Agradeci muito a Deus e a Jesus por ter sido escolhido por tal incumbência e pedi auxílio para que me iluminassem e aos meus protetores para vigiar minha conduta para que, tal fato não me envaidecesse e nem me levasse à idolatria, estas perniciosas atitudes que denigrem qualquer médium, como bem estudado e citado em várias obras espíritas.
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