Reunião de 13 de Julho

Hoje foi um dia atípico.
De pé desde muito cedo, tomando meus banhos de ervas de descarrego e de afinização com minhas entidades de trabalho mediúnico, escrevendo um projeto para o escritório, depois resolvendo coisas do trabalho, almoço corrido, aulas de inglês, pesquei um contato de negócios em um colega que conheci hoje mesmo na aula de Listening, fiz fast food japa no shpping e fui parar numa multinacional Consultora Imobiliária para tratar de negócios e mais outros detalhes confidenciais.
De tudo, sou hiperativo, TDAH confirmado por laudo clínico e cometi uma gafe... em meio a um meeting, tomei café expresso mais precisamente um Irish Cofee, algo que faço raramente.
Por incrível que pareça, se tomo café forte eu fico pilhado, e se tomo energético só me dá mais agitação.
Foi implacável!
E de tudo tive que passar correndo em casa e buscar o pessoal que vai comigo.
Para me concentrar hoje foi muito difícil, mas mesmo assim senti a presença do meu mentor e fui chamado pelo mentor da reunião para dar suporte no passe, ao qual ele me agradeceu pela ajuda calorosamente.

É importante no dia da reunião em que for trabalhar como médium, se alimentar saudável e levemente e cortar qualquer estimulante que altere sua concentração e relaxamento durante a interação com seus espíritos mentores.

Interessante que mesmo estando consciente, sinto me "guiado" na execução destas tarefas, como impor as mãos, onde e movimentos, fluem intuitivamente.

Importante dizer que o tema de estudo hoje caiu justamente no capítulo XVI do Evangelho Segundo o Espiritismo (Allan Kardec): - Não se pode  servir a Deus e a Mamon

Mamon é transliteração do hebraico "Mamom" (מָמוֹן) que significa dinheiro.

Nosso debate foi sobre como que o mundo de hoje está se deturpando em relação a certos conceitos e valores, onde se está cada vez mais tendo o costume de praticar a acumulação de bens materiais a esmo. Ou pior, para oprimir ou sobrepujar outrem.

Em síntese, o capitulo abordou a visão do mundo espiritual quanto à riqueza e pobreza.
Bom, em clara análise e conclusão do tema, nós observamos que o progresso material é possível a qualquer um de nós e jamais é pecado, muito menos proibido.
Deus ama a todos independente do que tenham ou quanto tenham ou nada tenham.

É um mito pensarmos que enriquecer nos afasta de Deus e nos aproxima dos males. A verdade é que dentre todas as provações que são inerentes a nós encarnados, cada um de nós passou dentre as inúmeras vidas que já tivemos, por diversos níveis de provações.
Tem pessoas que estão no estágio de provação de subsistência primordial, com falta de água e comida... saúde e abrigo. Depois os outros que já passaram desta fase e agora vivem a provação dos sentimentos, depois da moral e depois da riqueza, dentre inúmeros outros.
Cada um de nós se encontra em determinado estágio e TODOS os estágios têm seus desafios. É uma diversidade, vivemos uma diversidade e somos uma diversidade nestes aspectos.

Desta forma também é mito achar que fortunas trazem tranquilidade, pois administrar tudo isto não é fácil, apesar de todas as "regalias" que possa proporcionar, em igual sentido oposto são criados novos desafios como, manter, distribuir, multiplicar, proteger, manter o patrimônio.

Assim, vimos que o importante é termos qualidade de vida e saber empregar bem oque temos e ganhamos para honrar este compromisso co ma qualidade. Outro fator importante é o de gerenciar nossos ganhos para darem oportunidades de vivência aos nosso próximos. Isto ocorre com ter empregados, funcionários, etc.
A postura e atitude que você terá como pessoa e detentor destes recursos é que é válido para Deus.

Mau rico é aquele que usa de suas posses para oprimir e insultar os menos favorecidos. A humildade de coração e comportamento é que determina o ser bom ou ruim, evoluído ou atrasado.
Muito pior é aquele que se despoja de suas posses achando que eliminar os desafios de manter bens materiais irá conquistar elevação. Mito. Terá sim alívio por ter menos com que se preocupar, mas adiou sua provação de vida que muitas vezes era necessária e motivo da sua encarnação. Chega a ser um falso puritanismo.
Se despojar dos bens não nos torna mais evoluídos, mas se despojar do orgulho, da inveja, da vaidade sim é que são nossa maior e real riqueza.

Pois é, hoje eu achei que nem ia ver "cheiro" do meu caboclo das matas, mas eis que se fez presente, mesmo com uma interação mais sutil, devido ao meu estado de agitação, mas foi útil e acolhedora. Me restaurou energeticamente justamente onde precisava, mente, coração e digestivo.

Mas o efeito de insônia por conta do café persiste rsrsrs!
Também querer que os mentores façam detox por magnetismo é querer demais não é ?

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